[Como foi] Viagem para Bolivia – alta montanha 6000 metros

Depois de quase 1 ano sem escrever, ca estou para tentar descrever como foi essa viagem incrível, cheio de paisagens lindas, muito frio, mal da altitude, muita lhamas rs e um bocado de historias!

Para começar, preciso voltar em 2013, ano que conheci o Maximo na festa dos Outsiders, desde entao, anualmente ele me convida para fazer uma Alta Montanha e por causa do meu medo, sempre “fugia” rs, mas em 2017 no evento da Mountain Festival em São Bento do Sapucaí, a Maria Ulbrich me convidou novamente e que dessa vez iriam mais pessoas com deficiência fisica e seria aprimeira expedicao de 6000 metros que partiria do Brasil, entre eles o Guilherme e Juliana do Projeto Montanha para Todos, dessa vez deixei o medo de lado e aceitei o desafio!!

eu e o Maximo com Huayna Potosi ao fundo

eu e a Maria em Vila Sajama

Desafio feito, o jeito foi tentar entrar em forma, pois no Mountain Festival eu ainda estava me recuperando a primeira quebra na clavícula e nao estava escalando ou fazendo qualquer outra atividade física, eu sabia que o desafio seria enorme e sei que nao estava na minha melhor forma física e psicologia, mas consegui aproveitar bem a viagem!

Feito isso, faltava escolher os equipamentos que iria levar, o que comprar e o que alugar la, ja que na alta montanha utilizam-se diversos equipamentos diferentes da escalada! Do meu apoiador Deuter, eu levei para testar e usar, a mochila  ACT Trail Pro 34, um mochila bem leve, versátil e com muitos bolsos multi-uso, também usei o saco de dormir Orbit 0º . Do meu apoiador SBI Outdoor, levei o tenis Camp Four GTX MID, que possui a tecnologia gore-tex, alem de ser bem leve, confortável e bonito, aguentou bem a neve e o frio que enfrentei por la!

Parte dos equipamentos

A chegada em La Paz que fica a 3600 metros de altitude, eu ja senti o tal do “mal da altura” que muitos acreditam ser uma lenda, muito baseado no jogos de futebol que acontece por la e todos os jogadores usam ” como desculpa” esse mal rs, mas um detalhe importante, o aeroporto fica em Él Alto a 4150 metros, e na caminhada do aviao ate a esteira de bagagens, meu coração quase teve um treco a respiração estava bem difícil, seguindo as dicas da Bernadete que participou da expedição e também estava no mesmo voo, eu caminhei bem devagar e respirando fundo, ajudou bastante, ficamos 3 dias aclimatando em La Paz, tomando 4l de agua por dia, conhecendo a culinária local e a sua cultura.

La Paz e suas casas sem reboco para nao pagar impostos

Nos primeiros dias eu consegui me adaptar bem a altura, tive apenas um dia de dor de cabeça e apenas no 3 dia eu passei mal do estômago e acordei de madrugada para “chamar o hugo”, ah o chá de coca ajuda bastante para diminuir o mal estar, ja em relação a comida local nao consegui me alimentar bem, so a quinoa me salvava rsrs

No 4o dia fizemos outra aclimatação em Chacaltaya, com 5400 metros de altura e a poucas horas de La Paz, foi um bate volta bem legal e com muitos turistas subindo, uma particularidade quando começamos a subir é que essa montanha tem um cume falso e outro verdadeiro e quando chegamos no cume falso, pensei, ufa, acabou vamos voltar rs só que nao, ainda faltavam alguns metros ate o cume verdadeiro, que na vista parecia perto, mas que levou algumas horas, com muito vento, frio, neve e gelo, porem com um visual extremamente incrível e lindo! Nas fotos abaixo da para ter um noção melhor.

Inicio da subida, com antiga estação de esqui desativada

No caminho para o cume

No cume

na altura das nuvens, quase no cume

A subida foi bem legal, uma bela experiência para quem nunca tinha subido tao alto, a falta de ar de impressionante, damos poucos passos e cansamos, a dica era caminhar bem lentamente e respirar, coisa que eu nao conseguia fazer, de tempo em tempo eu precisa sentar para recuperar o ar, mas depois o visual compensou!! Porem ali ja deu para sentir o frio, o vento e a altitude.

Partimos para o parque em Vila Sajama, divisa com o Chile para subir o vulcão Acotango, com 6.052 metros, considerado uma subida mais “tranquila” para a nossa expedição. Essa vila é bem pequena com cerca de 40 habitantes, ficamos em um hostal, uma mistura de hotel com hostel, havia uma especie de sala bem grande, onde fazíamos as refeicoes e ficamos la conversando para passar o tempo, pois nao havia muita coisa para se fazer, alem de aclimatar, nosso plano era ficar 1 dia aclimatando e no dia seguinte partir para o cume. Porem nem tudo sai como planejado rs na primeira noite que dormimos, acordamos com uma surpresa inesperada, muita, mas muita neve havia caido durante a madrugada, a beleza de ver tudo coberto de neve impressionou no começo, mas depois começou a comprometer a logística da viagem, pois nevou durante todo o dia.

Antes da neve

Depois da neve

Os dias seguintes ficamos aguardando a neve derreter, porem o clima nao melhorava muito, para passar o tempo davamos voltar pela vila, alguns fizeram caminhadas, foram nos geisers, eu, Ju e Guilherme, para pouparmos energias para o cume decidimos nao fazer essas coisas, confesso que para mim foi péssimo, estou acostumado a fazer tantas coisas e ficar “preso” durante 3 dias acabou com o meu psicológico, com a passagem marcada para voltar ao Brasil, eu so teria mais uma noite para tentar o cume, e na tarde desse mesmo dia, acompanhei a expedição que subiu rumo ao Acotango para verificar como estava a estrada. O local é uma mineradora do governo boliviano, entao boa parte da subida estava boa, a partir do fim da area da mineradora a estrada ficou pessima, ate que chegamos no ponto que o carro atolou na neve, os guias que desceram para desatolar o carro, andavam com neve quase na altura da cintura, ali sentia que seria o fim da minha viagem, pois seria totalmente inviável sair nessa madrugada para atacar o cume.

Muita neve e vento!

Eu ja estava muito cansado fisicamente e psicologicamente, feito isso decidi nao adiar minha volta e abandonar a expedição, sei que é difícil de explicar, mas mesmo que tivéssemos condicoes climáticas para atacar o cume, tinha quase certeza que meu corpo nao iria aguentar, o frio intenso, vento forte e minha má adaptação a comida local me deixaram muito fraco! Sei que preciso me preparar melhor, nao so na parte física, mas no psicológico principalmente!

Mas essa experiência foi muito incrível, conviver com o Máximo, Maria, Ju, Guilherme, os guias do Gente de Montanha e toda a galera da expedicao, so me fez ver como o esporte ajuda e agrega as pessoas, uns ajudando aos outros, incentivando, compartilhando, conversando, convivendo, trocando informacoes e o que é melhor, cada uma da sua forma buscando atingir seus objetivos, seus sonhos, seus recordes, seus cumes,  suas experiencias de vida!!

EU SO POSSO DIZER UM MUITO OBRIGADO E TODOS QUE ESTAVAM NESSA VIAGEM!

OBRIGADO!

Galera tomando um cha com a Chola

Ju subindo o Chacaltaya

Bolivia e sua tradicao do filhote da lhama empalhada

Sera que nevou?

Boulder 1

Boulder 2

Tênis Five Ten Camp Four aguentou bem a neve!

Vila Sajama e suas montanhas

Paisagens lindas

Um OBRIGADO ESPECIAL ao Gente de Montanha pelo convite, logística, cuidado e carinho que fui tratado e principalmente por ter custeado quase toda a minha viagem!

Obrigado também a SBI Outdoor por me ajudar com parte do custo da passagem aérea!

 

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Escalando a Pedra do Bau

“Cumplicidade, amizade e companheirismo são palavras que estão sempre presentes nas viagens de escalada! Ainda mais se tratando de fazer uma logística para 7 pessoas escalarem uma vida em tradicional. Nesse vídeo eu apresento um pouco dessa logística e os momentos de diversão!!
Ah e por incrível que pareça, mesmo anos indo para São Bento do Sapucaí (SP), essa foi minha primeira via na Pedra do Baú!”

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Release Access Mesh

Desde outubro de 2017 estou usando o tênis Access Mesh, durante esses meses utilizei para fazer trilhas, andar de bike, no dia a dia e até foi testada de uma forma inusitada em uma escalada na Pedra do Baú.
Parece até bater na mesma tecla quando escrevo sobre o visual desse tênis, mas ele é muito  bonito, eu peguei o de cor azul e escolhi o cadarço verde-marca-texto, já que ele vem o cadarço preto também, mas o que mais me chamou a atenção logo de cara foi o peso, esse é deve ser o tênis mais leve da linha Five Tem e como já bem conhecido pelo público, o conforto é um outro ponto bem importante.
O solado é bem aderente, seja na terra, grama, ou piso molhado, então se você procura um tênis de aproximação, para usar no dia-a-dia ou para fazer uma trad e leva-lo na mochila, o Access Mesh é uma excelente opção.

DCIM100GOPROG0115123.

Mas Rapha e essa história de usá-lo para escalar? Pois é, um amigo simplesmente esqueceu de levar a sapatilha em uma escalada marcada para fazermos a via Cresta + Normal do Bau(Pedra do Bau) e já chegando na cresta ofereci meu tênis e deu muito certo, ele consegui escalar de boa! Então fica mais uma dica sobre a utilidade desse tênis.

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Desafiando o copo e ou a mente?

 

A escalada sempre me trouxe muitos desafios e ainda me proporciona vários, porem encontrei no ciclismo algo diferente, um desafio, um esporte, um treino que eu posso ser mais independente, nao que um amigo para treinar, incentivar, dividir conhecimento nao faca falta, mas é diferente, hoje temos muitos escaladores que complementam o treino com outros esportes e acabam se dedicando da mesma forma.

A bike retornou na minha vida em 2013, aos poucos fui me dedicando e conhecendo cada vez mais o esporte. Eu já fiz trilha, pedalei na ciclo faixa, mas a estrada é o que mais me fascina.

Balões no inicio da prova. Foto: Fabio Kassai

O Audax é um prova da estrada onde o ciclista precisa ser totalmente autônomo durante a prova e só pode obter ajuda durante os PC(posto de controle), a primeira distancia sao 200km, depois 300km, 400km, 600km e vai kilometros por ai! Cada prova tem um tempo máximo para fazer a cada PC também tem um tempo limite para chegar, entao nao basta apenas pedalar os 200km é preciso ficar atento ao fechamento do PC’s. A cada prova concluída o ciclista fica habilitado para fazer a próxima distancia, é o mesmo modelo frances.

Bom a minha prova foi marcada por uma serie de erros, erros que quase arruinaram minha pedalada, o primeiro deles foi nao ficar atento ao desgaste do taco da sapatilha, no ultimo treino eu senti que a sapatilha estava soltando facilmente e no dia prova ela simplesmente nao clipava mais… eu fiz o primeiro PC(60KM) apenas com o pe esquerdo clipado, entao minha cadencia ficou totalmente errada e me levou a forçar todo o lado o esquerdo… na largada, naquele desespero total rs eu pedi ajuda para a Josianne Momberg e ela conseguiu comprar um jogo de taco na cidade e me entregou no primeiro PC(ela me salvou).

Agora vamos para o segundo erro, o segundo PC era o que tinha a pior altimetria e ao pegar a primeira subida que eu precisei usar a marcha mais leve do cassete, bum, a marcha ou pulava ou a corrente saia….. ou seja eu nao tinha a marcha mais leve para subir, nesse ponto eu acabei me distanciando da Adriana Sousa e Sandro Consolo, como eu fazia muita força para subir eu me poupava bastante nas subidas, cheguei alguns minutos depois deles no segundo PC.

O terceiro PC foi o pior, o sol estava muito, mas muito forte, bateu 45 graus de sensação térmica. Como eu ja estava de olho nas subidas da volta, eu marquei que no km 121 teria uma grande subida e resolvi fazer uma pausa em um dos poucos lugares com sombra e teve outros ciclistas que também pararam ali rs mas quando chegou na subida eu nao aguentei e tive que subir empurrando…  foi o primeiro ponto que eu achava que nao iria aguentar mais… retomando ao pedal, quase chegando no 3º PC, avistei um ciclista sentando com a roda na mao e mesmo sem pedir ajuda, eu parei, ele estava com dificuldade para trocar a camara, perguntei se ele sabia trocar, ele respondeu +ou- rs, eu ajudei ele rapidinho e voltei para a prova… cheguei praticamente morto no 3º PC(KM 140 de prova), comecei a ter cãibras e estava a um passo de desistir, mas com que a motivação da Adriana Sousa, Sandro Consolo e Josianne Momberg, consegui encontrar forcar para os 60 kms finais.

Ah e esses 60 kms finais foi sofrido, o sol continuva a nos castigar, nesse momento da prova eu ja nao conseguia comer e pedalar ao mesmo tempo, foi quando eu pedi para a Adriana que eu precisava fazer um descanso, paramos no km 170, ao deitar na grama, eu nao queria levantar mais hahaha, mas com a Adriana chamando para voltar, eu pensei agora, so faltam 30km, vamos pedalar como se fosse a ultima vez… e deu certo, mesmo com todas as dores conseguimos concluir a prova com 12h e 7 minutos, chegamos com 1h e 23 minutos para o tempo limite.

Fazer essa prova foi sem duvida meu maior desafio fisico e psicologico, as dores me perseguiram por dias, mas nada paga a sensacao de terminar os 200km, realmente olhando agora vejo como é loucura pedalar 200km seguidos, mas claro que valeu muito a pena!

Eu agradeco muito a Dri, Sandro e Josi, voces foram demais! Sem a motivacao final de voces eu nao sei se iria conseguir!

Foto Ana Claudia da Silva

Alguns numeros retirados do site Audax SP (link https://audaxsp.wordpress.com/2017/02/22/resultados-oficiais-brevet-200-brevet-300-desafio-120-boituva-180217/)

No Brevet 200, dos 196 inscritos 178 largaram, sendo que tivemos 160 (89,9%) que completaram o percurso dentro do tempo limite de 13h30min.

No Brevet 300, dos 73 inscritos 65 largaram, sendo que tivemos 59 (90,7%) que completaram o percurso dentro do tempo limite de 20h.

No Desafio 120 foram 37 inscritos e 32 largaram, sendo que tivemos 26 (81,2%) que completaram o percurso dentro do tempo limite de 8h.

Reabastecendo Foto Josianne Momberg

Alguns numeros meus:

1 red bull

1.2L de coca cola

5.5L de agua

1.8L de gatorade

1 banana

1 bananinha

3 goibainha

2 cupnudles

1 latinha de atum

3 gelzinhos de carboidrato

3 paçocas

Varios melzinhos

Eu no final da prova. Foto Josianne Mombe

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CLIMBCast #02 – Entrevista com Raphael Nishimura

Conhecem o novo canal para divulgar a escalada?

O ClimbCast veio para atender uma mídia pouca utilizada em nosso esporte!

Produzido pelo escalado Rodrigo Junqueira, o canal  esta na sua segunda edição!

Perguntas bem elaboradas, com um formato bem leve e dinâmico! Ouçam a minha participação!

capturar

 

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Escalando a pedra do Pao de Açúcar

E finalmente eu consegui escalar do Pão de Açúcar, uma escalada que sonhava desde 2008 quando eu iniciei escalar na rocha, mas por diversos fatores eu não consegui, mesmo viajando para o Rio por diversas vezes.Alinhar imagem
 
Mas essa historia não começa assim, eu preciso contar uma “praga” que eu roguei para alguns amigos: “eu disse que se eu morresse antes de escalar do Pão de açúcar, eu iria voltar para assombrá-los rsrs”, então graças a Cissa Carvalho essa praga não existe mais.
Voltando, com a decisão de não participar do Mundial de escalada eu precisa arrumar alguma viagem pois a ferias do trabalho já estava marcada. Eu comecei a planejar alguns locais para escalar, já que essa seria a primeira ferias que eu iria me dedicar a escalar na rocha. Com o retorno da Cissa que estava morando na França e também gostaria de escalar por aqui e tinha disponibilidade resolvemos ir para o Rio escalar o maior numero de vias clássicas tradicionais.Alinhar imagem
Após fazer uma aclimatação na via Coringa na mesma pedra, combinamos de fazer a escalada começando pela via Italianos com a via Secundo. O começo da via foi bem tranquilo, mas perto da primeira parada eu simplesmente empaquei, não conseguia fazer o lance de forma alguma, nesse momento eu acabei perdendo bastante tempo e a Cissa na segunda parada estava bem preocupado com o tempo que estava fechando, ao fundo nos conseguíamos ver a chuva, mas que felizmente não chegou ate o Pão de Açúcar.

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Da terceira para a quarta parada, foi onde eu tive meu maior medo na escalada, uma travessia, tinha bastante agarras, mas o problema é que eu teria que retirar a costura e descer dois movs para entrar na linha da travessia, quem disse que eu conseguia fazer isso? Lembro que quando eu cheguei no lance, eu havia retirado a costura e ja estava escalando em direção a Cissa, quando ela me disse que se eu descesse seria melhor, nessa hora eu travei, acabei voltando para o grampo costurei e passei a corda de volta! Nesse ponto eu apenas pensava no pendulo em caso de queda e todo o ralado que iria acontecer, eu falei diversas vezes para a Cissa que não iria conseguir, ela com muita paciência me acalmou! Eu no desespero tentei em vão utilizar um cordelete para manter a corda no grampo, a única forma que eu via para fazer esse lance foi deixar o cordelete no grampo e utilizar para descer ate a agarra de incio da travessia, confesso que tirar o dedo do cordelete foi muito difícil, mas com a confiança que a Cissa passava eu consegui passar o lance! UFA!!!Alinhar imagem
As demais cordadas foram bem mais tranquilas e conseguimos chegar ao cume sem mais nenhum medo rs devido ao jogos Olímpicos havia um segurança nos aguardando para fazer a revista em nossas mochilas e material.Alinhar imagem
Escalar essa pedra foi muito emocionante, ver a vista la de cima é algo impagável, recomendo essa escalada!
Gostaria de deixar um grande obrigado para a Cissa Carvalho, realizei um grande sonho!!!!!!!
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Nota oficial ABEE – trabalhos 2016 e formatação para 2017

A Associação Brasileira de Escalada Esportiva divulgou hoje uma importante carta sobre o futuro da escalada de competicao no Brasil.

“Atletas ABEE,
Não deixem de ler a NOTA OFICIAL, a disposição no site da ABEE – http://www.abee.net.br/realizacoes-e-trabalhos-abee-2o-semestre-de-2016/, abordando diversos assuntos da atualidade, incluindo formatação de trabalho para otimizar a evolução de nossos atletas de Escalada Esportiva.”

Fonte Facebook da ABEE

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