A ideia dese video é mostrar um pouco dos bastidores de um dia de escalada para quem não conhece o esporte.
Tentar dormir cedo, acordar cedo, tomar um bom cafe, esperar a galera, as varias tentativas para escalar, o sol, estrada e para nos de São Paulo viajar para muito longe e no fim a triste volta…… rsrs
Pena que não deu para filmar muito a escalada pois a bateria acabou!
Camera: Daniel de Andrade
Edição Raphael Nishimura
Musica: Dj Tiesto
Time lapse Um dia de escalada em São Bento do Sapucai
[Emocionante] Carta que eu recebi do Miguel !
Como explicar essa carta que eu recebi? Eu estou sempre recebendo mensagens de apoio, incentivo, agradecimentos e o volume sempre cresce apos uma entrevista, palestra, campeonato….. eu sempre leio, respondo, me emociono e guardo tudo no meu coração.
Mas essa carta, resolvi compartilhar, é o meu maior reconhecimento que recebi, eu troco tudo o que já ganhei, pela felicidade desse garoto.
Tentem ler, sem chorar!
Carta do Miguel para seus pais após assistir minha palestra e autorizado a divulgar aqui.
Mamãe, hoje o que eu vi e ouvi mudou minha vida; mudou meu rumo; não vou ligar mais para aqueles que falam de mim ou me ofendem.
O Rafael me mostrou que não posso parar. Consigo andar, falar, mas apenas não consigo ler e escrever. para mim isso é muito difícil. As vezes quero chorar, mas olha só, o Rafael, ele sofre também, por que as pessoas, falam o que não deviam falar… Ele não consegue andar direito, e precisa de alguém para ajudar.
Mamãe, ele precisou dos pais, para levar ele na escola, para ajudar ele nas lições e dos amigos para fazer os deveres de escola. Ele também ficou triste, eu às vezes fico muito triste.
Mas você viu que é difícil ele subir, mas ele consegue, ele conseguiu até ganhar um troféu, se ele pode eu também posso.
Mamãe, você não vai precisar me levar no colo, eu não vou precisar ser carregado, mas eu preciso de você e do papai… as vezes as pessoas vão me fazer chorar, e eu vou ficar muito triste. Eu preciso da sua força. Eu preciso da força do papai. por que quando eu estiver muito triste, alguém vai ter que me ajudar, você viu quando o Rafael ficou triste as pessoas ajudaram ele também.
Mamãe ele é um moço especial, o pai dele levou ele na escola e hoje ele faz escalada e ajuda outras pessoas a fazerem escalada, eu não gosto de escalar, mas eu gosto de fazer coisas com as mãos e eu posso fazer isso. Você me ajuda?
Mamãe obrigada, você me ajuda muito. Eu conheci o Rafael que consegue escalar, e eu vou conseguir ler e escrever. Eu também posso vencer!
Meu nome é Miguel
Sou portador de dislexia e déficit de atenção.
Pesquisa de visitação de escaladores e montanhistas em São Bento do Sapucaí
Pessoal,
está aberta uma pesquisa direcionada aos escaladores que frequentam a cidade de São Bento do Sapucaí (SP) para recolher dados concretos e ajudar o desenvolvimento da atividade na cidade. Pedimos aos escaladores que já vieram à região que por favor, preencha esta pesquisa e nos ajude a divulgá-la.
http://sumbaboulder.blogspot.com.br/2013/05/PESQUISA.html

Agradecemos muito sua colaboração.
[Entrevista] Ponto de contato
Galera, no dia 09/05/2013 gravei uma entrevista para o programa Ponto de Contato, fui convidado para comemorar os 2 anos de programa no ar!
Na entrevista falo sobre o Mundial, Palestras, patrocínio, alguns locais que escalei entre outros assuntos!
É isso ai, indique minha palestra para a sua empresa, informações: http://escalango.com/palestra/
http://www.justtv.com.br/portal/negocios/ponto-de-contato/superando-os-desafios-da-vida-com-raphael-nishimura/
[Video] Treino 90 Graus
Esse é um video que já queria gravar faz tempo….
É uma via com 2 tetinhos, bem legal, é a mais forte que eu consigo cadenar, um 5c da academia 90 Graus.
A via sai com uma mão e um pé, indo para uma abaulada, o primeiro teto é tranquilo e vira num pé esquerdo alto, antes do segundo teto tem uma agarra grande de encaixe de 2 dedos de cada mão, terrível e quando você acha que acabou as agarras ruins, a penúltima é uma abaulada estranha mas com uma textura que da um grip legal.
A essência da escalada
O texto abaixo resume exatamente o que eu busco na escalada, dentre todas motivações que tenho, promover a escalada e mostrar que é possível sim qualquer pessoa escalar!
Concordo que assistir as “feras” escalando é bom(eu assisto todos!) , mas para os leigos que querem conhecer o esporte, pouco importa o grau da via, afinal, a grande essência da escalada é subir! ou não? Os conquistadores das vias esquecem que começaram a escalar num 4 grau e quando abrem uma via nesse grau, esquecem das dificuldades de quando começaram e fazem as vias baseadas no nível atual deles e acabam colocando os iniciantes a um risco desnecessário.
Mas é isso a escalada esta evoluindo aos poucos e cada um com teu espaço! Talvez seja a hora de produzirem vídeos educativos que expliquem a escalada, mostre a segurança, os princípios, a ética ou seja tudo o que conhecemos, mas que o publico de não escaladores desconhecem.
“Mas é difícil demais!”. “Vocês fazem muita força!”. “Tem que ter muita força nos braços, né?”. “Não consigo nem fazer uma barra”. “Eu não consigo mandar nem
um V0!!!”. “É muito perigoso!”. “Acho que isso não é pra mim…”.
Quantas vezes você, escaladora ou escalador, já ouviu tais afirmativas/indagações quando relatou a algum conhecido (leigo no esporte) que pratica escalada? Aposto que centenas. E eu não acho que seu conhecido seja tão leigo assim quando refere-se à escalada como um universo onde predominam a força bruta, as barras de um braço e os solos mais desafiadores. Afinal, é o que mais se reproduz, ou ao menos é o que mais recebe audiência e aceitação, na mídia que nos retrata: V16’s, 12C’s, Chris Sharma, Adam Ondra, Ashima, Magnus Midtboe, Alex Puccio, Alex Honnold,
Dean Potter. Não sou contra essa espetacularização da escalada. Quem não se motiva, sua as mãos, fica na pilha assistindo, por exemplo, ao último Reel Rock Tour; às bizarrices cada vez mais impossíveis do Ondra; aos solos cada vez mais insanos de Honnold? Confesso, minhas mãos pingam!
No entanto, acho um tanto empobrecedor e autoritário definir a escalada apenas por essa vertente. Porque, assim, a negamos a diversas outras camadas que têm impossibilidades práticas de alcançar tais ideais: idosos, crianças, portadores de necessidades especiais, pessoas que tenham algum tipo de fraqueza muscular ou óssea, aqueles que têm medo de altura, os que estão acima do peso, etc.
Daí a importância, ressalto, de algumas ações de amigos escaladores: é formidável acompanhar Raphael Nishimura escalando e batalhando pelo acesso dos portadores de necessidades especiais ao esporte (http://www.facebook.com/ParaClimbingBrasil). Rafael Passos, um dos escaladores mais fortes do cenário atual e maior conquistador de boulder do Brasil, relatou recentemente que abriu uma via de nível fácil no Belchior-GO, pico de escalada esportiva que situa-se próximo a Brasília. Nas palavras de Rafinha, “Parece até ridícula a ideia da ter via assim, mas qnd vc sentir o prazer de ver um idoso, uma criancinha ou um portador de necessidades especiais escalando e descendo da rocha com o sorriso de orelha a orelha, aí vc vai entender o q está acontecendo!!! (…) Escalar décimo grau é fácil, proporcionar escalada para todos e saber a importância disso, é pra poucos!!!”. Já alguns escaladores de Minas Gerais, destaco Luca Diniz que me contou da ideia, estão propondo a graduação francesa para a abertura de novos boulders, uma vez que, em comparação com a estadunidense, possibilita uma maior variedade de graus do V0 ao V5, tornando mais fácil para aquele que malha dentro deste escopo diferenciar os graus que escala e perceber sua evolução mais sensivelmente. Este é um ponto complicado dessa modalidade de escalada. Muitos reclamam que dentro do V0 estão abarcados boulders de dificuldades muito diferentes, não raro alguns que exigem demasiada força. É algo que os conquistadores devem levar em conta – a “massificação” do V0 é fator de grande desmotivação para aqueles que escalam problemas de menor dificuldade. Talvez a graduação francesa seja mais adequada nessa diferenciação.
Em resumo, e para terminar, o que proponho é que não desvalorizemos QUALQUER subida ou tentativa de subida de pedra; que apoiemos e procuremos orientar QUALQUER um que venha a nós com interesse em escalar. Mas, para isso, devemos mudar a nossa concepção do “escalador” e do que é “escalável”. E se você me pergunta o por quê de estender um dos maiores prazeres que se pode alcançar nessa vida ao maior número, variedade e classe possível de pessoas, eu lhe devolvo outra pergunta: por que não?
Lucas Castor

Foto: Bella (7) em seu primeiro contato com a rocha, por Gabriel Oliveira
Mais em http://www.pedravivaescalada.com
Em breve uma pequena pausa na escalada…
Galera!!!!!!
Conforme anunciado na reportagem http://gooutside.uol.com.br/1869 farei uma cirurgia, ainda não tenho todos os detalhes, mas será dia 18/06 !
Esse é um assunto que não gosto de falar, porque esse processo foi lento e muito desgastante! Estou desde Outubro de 2012 “brigando” com o plano de saúde Sul América e a empresa que trabalho a IBM para realizar essa cirurgia, mas ambas empresas estavam negando o procedimento.
Esse processo foi tão desgastante que estava atrapalhando meu rendimento na escalada, então resolvi parar de correr atrás e deixar a decisão nas mãos dessas pessoas, nesse meio tempo recuperei meu animo para escalar e ainda conheci 4 setores de escalada: Ubatuba, Itaqueri da Serra (SP), Lapa do Seu Antão (MG) e Plato da Lagoa (RJ) e varias pessoas incríveis!!!!!!
Sobre a Cirurgia que será no cerebro, irei colocar uma espécie de “chip” para neutralizar os espamos da distonia, com chance de 60% a 70% de melhoras, ,mas como será na cabeça terá seus riscos!! Essa é uma das situação que dependemos 100% de um terceiro, isso me da medo… mas precisamos confiar na medicina!!
Dessa forma irei perder o começo dos festivais de boulder Le tour de Bloc, já que a previsão são de 30 dias sem escalar!
Nesse meio tempo continuarei a escalar e treinar normalmente!
É isso galera, dia 18/06 mandem aquela VIBE!!!!!!!!



Five Ten
4 Climb
90 Graus
CAP
Desce Dai Doido
Deuter
FEMESP
Sapo Agarras
Solo
Space In Movement