[Video] Pedra da Divisa – Setor Corujas – Via Africa

A ideia do video é mostrar um pouco da trilha, do visual, da preparacao para escalar e claro uma via no final!!!!
O Setor Corujas exige uma bela caminhada e no final um trepa pedra bem tenso!

Local: Pedra da Divisa – Setor Corujas
Cidade: São Bento do Sapucai – SP
Via: Africa – 6o
Cameras: Tati Pedra, Andre Maeda e Daniel Hirata
Edicao: Raphael Nishimura
Musica: Foo Fighters – Best Of You
05/04/2014

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[Sumba Boulder] E lá vem a temporada 2014!

Mais um feriadão se aproxima e a temporada 2014 esta prestes a começar, então não faca literalmente nenhuma “merda” ! Veja os betas do Sumba Boulder e ajude a manter os setores de São Bento do Sapucaí abertos!

Texto da campanha:

O feriadão da Semana Santa costuma marcar o início da tão aguardada temporada de escalada no país. Um momento mais que propício para difundir bons valores e ajudar a fazer desta uma temporada exemplar, repleta de muita evolução para todos os escaladores e também para os points de escalada! Para quem vem à região de São Bento do Sapucaí, aqui vão algumas dicas importantes de comportamento:

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Pré cadastro da Associação Brasileira de Escalada Esportiva

Contribua com a Escalada Esportiva no Brasil. Filie-se à ABEE!

Preencha o pré-cadastro de filiação no link http://on.fb.me/1lqAf61

Em breve enviaremos informações sobre a anuidade e instruções de como finalizar sua filiação!

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FUNDAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESCALADA ESPORTIVA

Bom galera, fico feliz em anunciar que finalmente saiu do papel a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESCALADA ESPORTIVA, durante meses planejamos e discutimos a melhor forma de tocar esse projeto e após muitas conversas, optamos pela independência e fundar uma nova associação.

Segundo a pesquisa que fizemos em fevereiro e que teve a excelente analise do Neudson Aquino, muitas pessoas querem algo novo e estão dispostos a se filiar e colaborar!

A papelada já esta rolando e em breve faremos o anuncio oficial e quem quiser mandar alguma sugestão é só me escrever!

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Texto retirado do site da Janine Cardoso:

Outra movimentação que está acontecendo em prol da organização da escalada esportiva nacional  de alta performance é a fundação da ABEE, que nasceu, finalmente no mês de março, para ajudar a  promover a escalada esportiva nacional – no âmbito competitivo máster principalmente.

A ideia é ajudar na realização de dois campeonatos brasileiros estruturados em 2014, com calendário divulgado com antecedência para que mais escaladores possam treinar e participar, visando não só fomentar o esporte no Brasil de forma mais profissional, como, quiçá, formar um time nacional que nos represente internacionalmente ano a ano.

Paralelamente a isso, manteremos com força o link com a Federação Internacional – IFSC: www.ifsc-climbing.org

Aos poucos, conforme adesão e força nacional, aumentaremos mais o envolvimento para projetos de escalada esportiva regionais.

Para isso, eu, Raphael Nishimura, Bianca Castro, Thais Makino, Neudson Aquino, Cesar Grosso, Tatiana Caloi, Alexandre Cardoso, Alexandre Silva, Pedro Medeiros, Caio Gomes, entre outros escaladores, demos início neste mês de março aos trabalhos da Associação Brasileira de Escalada Esportiva – a ABEE,  um trabalho que, dê certa forma, já vem pegando forma há anos, com forças e interesses voltados para o mesmo foco.

A Associação está se reestruturando e está aberta a todos que queiram ajudar de alguma forma também! Em breve, divulgaremos todo conselho envolvido, calendário, propostas mais detalhadas e formas de participar como associado e parceiro nesta batalha!

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[Como foi] O 3o evento do Paraclimbing Brasil

Começar um post justificando uma coisa não é a melhor forma de escrever, né?
Mas em 2013 não consegui promover um evento oficial do Projeto Paraclimbing Brasil, apenas realizei um evento teste com um grupo de amputados que a Pri Cezarino indicou e que foi um belo evento!!!! Dizer que foi falta tempo acaba sendo uma desculpinha que todos usamos, mas nesse caso, não foi uma desculpa rs, em 2013 o numero de viagens e convites para participar de eventos de escalado foi maior do que eu esperava e teve tive um período de molho.

Bate papo antes de escalar Foto: Simony Blanco

Bate papo antes de escalar
Foto: Simony Blanco

Bom, 2014 começou diferente, e já conseguimos realizar um evento para promover a para-escalada aqui em São Paulo, no dia 15 de Março reunimos novamente a criançada da ONG VIDAS e o grupo de amputados do evento realizado em Janeiro de 2013!
E para começar a escrever sobre como foi, irei agradecer aos patrocinadores do evento, são eles, Jamil Suleiman, Rodrigo Vasconcelos, Fabio Castro, Carlos Fernando Junior, Regiane Takenaka, Luciano Floresta, Soraya Shinye José Miguel, Rodrigo Yamaki, Joaquim Marques e Daniel de Andrade, a 90 Graus Ginasio de Escalada e toda a galera que ajudou na segue!!! Muito obrigado a todos vocês.

Bora escalar! Foto: Simony Blanco

Bora escalar!
Foto: Simony Blanco

As criançadas mostraram mais um vez que a escalada é um esporte que te proporciona um prazer e desafio enorme, muitos deles não se importavam com o medo de altura e dessa vez a escalada fluiu bem melhor. Um show a parte foi que dessa vez alguns pais e mães decidiram escalar, até o pai da Patricia escalou e mandou super bem!!! Parabéns Plínio!!!!

ONG VIDAS Foto: Simony Blanco

ONG VIDAS
Foto: Simony Blanco\

Sobe Plinio! Foto: Simony Blanco

Sobe Plinio!
Foto: Simony Blanco

A galera que a Pri levou também mandaram muito bem! Talvez os adultos que tenham alguma deficiencia física, conseguem escalar de uma forma mais solida, foi incrível ver a galera escalando uma via atrás da outra, ate “tijolarem”

Turma da Pri Foto: Simony Blanco

Turma da Pri
Foto: Simony Blanco

Diferentemente do ultimo evento em 2012, o sol apareceu forte e mesmo as 10 horas da manha o calor dentro da 90Graus estava muito forte e a galera que estava fazendo segue também estava sofrendo com o calor rs eu mesmo estou dores, isso porque eu só fiz segue, mas de qualquer forma o evento foi um sucesso, o numero de participantes cresce a cada edição e ver essa galera escalando é uma injeção de animo!!!

Foto: Simony Blanco

Foto: Simony Blanco

Foto: Simony Blanco

Foto: Simony Blanco

Foto: Simony Blanco

Foto: Simony Blanco

Foto: Simony Blanco

Foto: Simony Blanco

Foto: Simony Blanco

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Foto: Simony Blanco

Foto: Simony Blanco

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Foto: Simony Blanco

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[Video] Terapia DBS Medtronic para Distonia: Relato do Raphael

2 meses após a cirurgia que realizei em junho de 2013, gravamos um video para divulgar esse procedimento que devolve ao paciente uma qualidade de vide incrível!

O video foi gravado a pedido do representante do aparelho DBS Medtronic aqui no Brasil, só tenho que agradecer a todos os envolvidos por isso!

Gravado em Itaqueri da Serra, Cuzcuzeiro e 90 Graus

Clique na foto para assistir o video.

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Resultado Pesquisa Escalada Esportiva

Semanas atrás uma pesquisa sobre Escalada esta sendo realizada para termos uma noção de quantos somos, finalizada essa pesquisa, o grande Neudson do Blog Desce daí, doido! , analisou os numero e escreveu esse belo artigo!

No último mês rolou na internet uma pesquisa sobre a escalada esportiva de competição no Brasil, com vistas a tentar entender melhor quem são e onde estão os atletas de escalada hoje no país. Essa pesquisa veio em bom tempo, já que estamos num processo de reestruturação das competições nacionais, que em 2013 não tiveram uma única etapa. Depois de muito bate-boca, discussões e conversas mais sensatas, alguns escaladores brasileiros estão começando a se organizar para tocar pra frente o calendário de competições de 2014, e um desses ajudando é o Raphael Nishimura, que foi quem montou a pesquisa que se encerrou ontem. Eu solicitei a ele os dados para escrever esse post analisando os resultados. Bem, vamos a eles?

O primeiro número a falar é a adesão à pesquisa. Obviamente que não se sabe ao certo a quantidade de escaladores hoje no Brasil. Estima-se algo em torno de 20 mil praticantes. A pesquisa teve um total de 1016 respostas, algumas em branco, outras duplicadas, mas rompeu a barreira das mil respostas viáveis. O número pode ser considerado pequeno, mas temos que levar em consideração que nem todo mundo usa o Facebook, que foi o principal meio de divulgação da pesquisa. Também tem o fato das pesquisa ter sido batizada de “Pesquisa Escalada Esportiva”, o que com certeza fez com que os escaladores predominantemente tradicionais não respondessem, o que diminui a participação. De qualquer forma, mil respostas é um bom universo amostral e já é suficiente para fazer algumas considerações.

Primeiro vamos ao perfil do escalador esportivo brasileiro. Segundo a pesquisa, a grande maioria dos escaladores esportivos hoje no Brasil tem entre 21 e 35 anos de idade. Essa faixa etária representa 77% do total de escaladores. Os jovens entre 26 e 30 são os mais númerosos, somando 31,3% do total, com os entre 21 a 25 somando 22,4% e os entre 31 e 35, 19,4%. Os mais novos responderam a pesquisa também. Foram 69 adolescentes entre 16 e 20 anos respondendo a pesquisa, somando 7% do total de praticantes, e 15 respostas de crianças e adolescentes entre 10 e 15 anos.

Distribuição por idade

Geograficamente os escaladores brasileiros estão distribuídos como sempre se soube. A grande maioria está concentrada no sul e sudeste. Esmagadores 86% dos que responderam a pesquisa moram em uma dessas duas regiões. A pesquisa quis saber também quais as modalidades praticadas pelos escaladores. A escalada esportiva é praticada por 82% dos que responderam a pesquisa. Outros 65,6% responderam que praticam boulder; 70% escalada indoor; 49,5% que praticam escalada tradicional; e 12% que praticam psicobloc. Isso coloca obviamente a escalada esportiva como a mais popular entre os que responderam a pesquisa, e também mostra que no geral, o escalador brasileiro é bem versátil, escalando de tudo um pouco.

Distribuição regional

Qual modalidade de escalada você pratica?

Uma pergunta crucial feita na pesquisa foi se a pessoa estava ou não filiada a algum clube ou associação. A maioria dos que responderam respondeu negativamente. 54% das respostas disseram não estar filiadas a nenhuma entidade que representa a escalada no Brasil. Esse número também confirma algo que já se suspeitava: a maioria dos escaladores brasileiros não têm interesse em se filiar a clubes e associações de escalada/montanhismo. O interessante é que quando perguntados se estariam dispostos a se filiar a uma entidade voltada somente para a escalada de competição, 77% responderam que se filiariam.

Filiado a entidade de escalada (associação ou clube)?

Caso seja criada uma Associação de Escalada Esportiva Brasil, voce teria a intenção de se filiar?

Esse número foi bastante intrigante. Embora não se tenha perguntado os motivos de 54% dos escaladores não serem filiados, esse número alto de intenção de se filiar a uma nova entidade parece apontar para uma provável falta de identificação desses escaladores com as entidades que existem hoje. Se considerarmos que esses 77% que responderam sim realmente se filiassem, teríamos um total de 726 escaladores filiados diretamente a uma entidade de escalada. Não parece muito, mas se formos olhar os números de entidades semelhantes, como USA Climbing, entidade que promove as competições nos Estados Unidos (e que competições!), não seria um número tão ruim assim, dada a realidade brasileira. O USA Climbing, segundo dados do seu anuário 2011/2012, tinha pouco mais de 3500 associados durante esse período, entre atletas, treinadores, route setters e apoiadores. Se formos considerar que os Estados Unidos deve ter, por baixo, 10 vezes mais escaladores que o Brasil, até uma entidade com 350 escaladores filiados diretamente estaria bem representada por aqui.

Ainda ligado a filiação, a pesquisa perguntou qual seria o valor que os escaladores estariam dispostos a pagar de anuidade de uma nova entidade voltada para as competições. A grande maioria, 58%, disse que seria até R$80,00, 28% disseram que pagariam até R$120, enquanto uma minoria estaria disposta a pagar valores mais altos do que isso. Admito que achei o pessoal um pouco “mão de vaca” nesse quesito, já que R$80,00 não dá nem R$10,00 por mês. Mas mais uma vez olhando para a realidade norte-americana, talvez não sejamos os únicos pão-duros nesse quesito. O USA Climbing cobra exatamente $80 doláres pela taxa de registro anual de seus membros, que os permite competir nos eventos promovidos pela entidade no âmbito regional e nacional. Claro, eles tem mais atletas, acabam ganhando no volume, mas não adianta colocar uma anuidade que ninguém vai pagar, e os números dessa pesquisa pelo menos dão um norte de quanto cobrar por uma anuidade de um entidade nacional, ou por uma taxa de registro anual.

Valor da anuidade?

Agora a parte mais importante da pesquisa foi realmente a voltada para as competições. A pesquisa quis saber quantos escaladores tem interesse em participar de competições, em qual modalidade e em que âmbito. 412 escaladores, 43% dos que responderam a pesquisa, disseram que tem interesse em participar de competições. Destes, 94% (384 respostas) disseram que gostariam de participar de competições regionais, 59% (244 respostas) mostraram interesse em participar de competições nacionais, e impressionantes 25% (104 respostas) disseram que tem interesse em competir internacionalmente. No quesito modalidade, 82% dos que querem competir (339 respostas), disseram querer competir na modalidade boulder. Outros 70% (288 respostas) que querem competir na modalidade dificuldade, e 15% (62 respostas) responderam que querem competir na modalidade velocidade.

Pretende participar de competições de escalada?

Em que âmbito?

Qual modalidade?

Achei bastante positivos os números. Temos ai dentro de um universo amostral de apenas mil escaladores, 244 dispostos a participar de competições nacionais, um número que renderia claramente um belo campeonato brasileiro. Obviamente que nem todos estes estariam competindo juntos, e o mais provável é que a média de adesão para uma competição nacional, com base nesse interesse, ficasse entre 100 e 150 atletas. Esse número é bem dentro do resultado do último campeonato brasileiro de boulder em 2012, que teve inscrição de mais de 130 atletas na sua última etapa em Belo Horizonte, e números parecidos nas outras etapas.

Os números também mostram uma predileção maior pelo boulder do que pela dificuldade, o que pode explicar em parte o esvaziamento das competições de dificuldade nos últimos anos, mas não explica completamente. Segundo a pesquisa, os interessados em participar de competições nacionais de dificuldade somam um total de 177 atletas, número que com certeza poderia garantir competições com cerca de 80 atletas inscritos, o que não é um número pequeno para a realidade brasileira. Então onde estão esses atletas na competições de dificuldade? É uma pergunta ainda a se responder.

Agora vamos conjecturar um pouco. Imaginemos que seja realmente criada uma nova entidade responsável pelas competições no Brasil, ou apenas que seja criada uma taxa de registro anual para competições na CBME, independente da pessoa ser filiada ou não a algum clube/associação. Imaginemos que aqueles 244 que disseram ter interesse em participar de competições nacionais, realmente se filiassem ou pagassem a taxa de registro anual, no maior valor que a maioria estaria disposta a pagar, no caso R$80,00. O valor arrecadado ficaria na casa dos R$19.000,00. Com esse valor seria mais do que suficiente para se pagar a taxa de filiação ao IFSC, hoje na casa dos 2.000 Euros (algo em torno de R$ 6.000) e ainda sobraria uma boa ponta de mais de R$12.000,00. Dá pra fazer uma competição nacional com isso? Não, não dá. Ainda é pouco. Mas vamos somar a esse valor, as inscrições para as competições. Digamos, R$50,00 a inscrição por uma etapa do Brasileiro, valor que não considero alto. Vamos considerar que tivéssemos 2 etapas de boulder e 2 etapas de dificuldade. Pelos números vimos que as competições de boulder tem potencial para até 150 atletas, fiquemos com 120 para sermos mais “realistas”. E vamos dizer que as de dificuldade tenham a média de 80 atletas. Só de inscrições teríamos um total de R$23.000,00. Somando aos R$12.000 que sobrou, temos ai R$35.000,00. Ainda não é suficiente para fazer 4 etapas de um campeonato brasileiro, mas e se fizéssemos apenas duas etapas, mas com as competições de boulder e dificuldade acontecendo no mesmo evento? A coisa já melhora um pouco. Ainda temos ai os patrocínios para captar, e os apoios para buscar, que ajudam a diminuir os custos.

Claro que tudo isso foram apenas mera suposições criadas em cimas de números que podem nem vir a se tornar reais. Mas creio que nossa realidade hoje consegue abarcar competições nacionais bem organizadas e com boa adesão dos atletas, que segundo os números, existem e querem competir. O próximo passo agora talvez seja descobrir que tipo de competições esses atletas querem. O que atrai um atleta para uma competição? Organização? Estrutura? Prêmio? Talvez seja interessante ai uma nova pesquisa, mais focada, para tentar descobrir o modelo de competição que vai atrair mais atletas e quem sabe transformar aqueles números em realidade.

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